03/dez/2015

Mais uma quinta inesquecível

A festa de lançamento do filme It’s Time to FreeSurf ficará marcada para sempre na mente dos convidados presentes na última quinta no Anexo Bar, São José dos Campos.
A ILHA DO MEL comemorou seus 28 anos de história ao som da banda Gestalt, que fez um show incrível, colocando todo mundo pra dançar, vários convidados especiais subiram ao palco para dar umas canjas, entre eles, Binho Nunes, que mandou algumas músicas do Legião para todos cantar juntos.
Enquanto o filme mostrava a essência do surf no telão, a pista pegava fogo, de TIM Maia a The Doors, de AC/DC a Carlos Santana.
Uma NOITE MUITO ESPECIAL no dia em que a cidade de São José Respirou surf ao som do Rock’N’Roll.
A FRESSURF em parceria com a Barth gostariam de agradecer a rede “Ilha Do Mel” e a todos convidados que compareceram. Agradecemos pela receptividade e carinho com a marca.
EM BREVE VOLTAREMOS PARA FAZER UM BIS.
#timetofreesurf #freesurf25anos #binhonunes #ilhadomel #filme

 

03/dez/2015

Uma noite FreeSurf em Curitiba

O documentário “It´s time to Freesurf” teve lançamento exclusivo em Curitiba na última sexta-feira (13/11). A festa no Trip Bar contou com a presença de vários lojistas e muita gente bonita, com direito a pocket show de Binho Nunes e Ziggy da Banda Acústico Reggae.

O diretor da FreeSurf, Glauber Pacheco, aproveitou o momento para destacar como foi realizada a produção do filme. Na sequência, todos puderam conferir a produção que foi exibida em um telão ao ar livre.

A noite acabou com o embalo de um repertório completo e perfeito em um tributo a banda Sublime. A próxima première do documentário será em Garopaba com o lançamento da FreeSurf Store, no dia 5 de dezembro. Programe-se!

 

 

14/out/2015

Uma Quinta Inesquecível

Voltando aquela quinta clássica e memorável,
U M A   Q U I N T A   I N E S Q U E C Í V E L

Binho Nunes relata que o dia começara com o @digaoraimundos alinhando os equipamentos, isso antes do almoço que ocorreu lá pelas três da tarde. Depois rolou a montagem dos equipamentos já no @johnbullfloripa e a troca de ideias com o guitarrista @mauriciopellizzari e passagem de música, uma atrás da outra, até o técnico de som chegar e eles tocaram sem parar. Digão dos Raimundos e Binho, eram só empolgação, fizeram um show gigante já na passagem de som!!! Tudo OK, agora era esperar a festa, o lançamento do filme e receber os convidados.

Depois daquela passagem de som gigante, era certo mesmo que o show, a festa e tudo iria pegar fogo, o som tremeu até o chão do John Bull.
A FreeSurf agradece a todos os presentes, em especial ao mestre Binho Nunes, Digão e o pessoal do John Bull, grande festa!!!

14/set/2015

Lanches que dão ENERGIA

Ficar horas na praia pegando as melhores ondas é uma missão deliciosa, mas que requer “sustança”. É importante se hidratar várias vezes – nem é sacrifício pedir um coco gelado ou uma água trincando -, e se alimentar bem. Para ajudar, a culinarista Renata Lacerda, da Tapenade Gastronomia e Eventos, de Porto Alegre, preparou receitas de sanduíche e petisco que vão dar energia sem pesar tanto no estômago e no bolso.

O sanduíche pode ser levado pronto, embalado em embalagem térmica para ninguém correr perigo e ficar à sombra, só aguardando a fominha. O petisco é uma dica para aquela horinha antes do jantar.

BOM APETITE!

 

Bruschetta

Veggie

 

Ingredientes:
01 baguette integral;
50g de muçarela de búfala;
100mg de tomate sem pele e sem semente;
30g de azeitonas pretas;
Mangericão, sal e pimenta do reino;
Azeite de oliva e orégano.

Modo de preparo: Cortar a baguette em fatias médias, colocar em uma forma e regar com azeite de oliva e orégano. Levar ao forno aquecido a 250 graus por 5 minutos ou até que estejam levemente torradas. Reservar.
Cortar todos os ingredientes e cubos pequenos e misturar.
Temperar com folhas de manjericão, sal, pimenta e azeite de oliva a gosto. Colocar o recheio sobre os pães torrados e decorar com uma folha de manjericão.

Tempo de preparo: 20 minutos e rendimento de 10 porções.
Grau de dificuldade: fácil.

 

Sanduíche integral

com pasta de cenoura e ricota

Ingredientes:
03 pães integrais com aveia;
100mg de peito de peru;
01 cenoura média cozida;
50g de ricota;
50g de requeijão;
Alface, orégano, sal e azeite de oliva.

Modo de preparo: Colocar no processador a cenoura, ricota e requeijão e bater até que fique uma pasta homogênea. Temperar com sal, orégano e azeite de oliva a gosto.
Cortar os pães ao meio, colocar a pasta, uam fatia de peito de peru e alface.
Está pronto!

Tempo de preparo: 15 minutos e rendimento de 3 sanduíches.
Grau de dificuldade: fácil.

Revista FreeSurf Mag, com fonte na Tapenade Gastronomia e Eventos

26/ago/2015

FreeSurf lança documentário em São Paulo

Evento também ocorre este ano em Recife, Curitiba, Florianópolis e Santos, com a participação de atletas profissionais.

Mais de 200 pessoas marcaram presença no lançamento do documentário “It’s Time to FreeSurf”, realizado no dia 20 de agosto, na loja Surf Trip, em São Paulo. O evento contou com a participação de atletas profissionais do surf, entre eles Binho Nunes, que na ocasião fez sorteios de DVDs do filme para os convidados. A próxima cidade que receberá o lançamento da produção será Recife, no dia 06 de setembro. Em Florianópolis, o evento ocorre no dia 8 de outubro. Já em Curitiba a atividade está marcada para o dia 21 de outubro.

O documentário “It´s time to free surf” tem 33 minutos com imagens impressionantes de praias do Brasil, México, Estados Unidos, Costa Rica e Indonésia. O filme foi produzido em comemoração aos 25 anos da marca FreeSurf, e apresenta os atletas profissionais Fabio Nunes e Diego Santos que viajam no tempo e no espaço buscando a origem da verdadeira essência do freesurf.

As filmagens dos surfistas mostram manobras de pontos de vista inusitados com imagens aéreas e debaixo d´água. O documentário ainda resgata a essência do esporte de uma maneira subjetiva, a partir do olhar de pessoas de diferentes profissões. Nomes conhecidos do surf como Eduardo Bier, Brunos Lemos e Glauber Pacheco têm participação especial nos depoimentos.

A direção e fotografia é do gaúcho Rafael Syd. A trilha musical traz o som de Al Schnkel, Manglio Bertolucci, Wave Folk Dul, Salomon Death, Dubbly, Nação Zumbi e Raimundos. O roteiro é de Filipe Flach e Rodrigo Figueiredo.
Confira o trailer do filme na web no canal da FreeSurf no Youtube em: https://youtu.be/7ZD9u-LV094

10/ago/2015

As melhores fotos das melhores ondas

Conseguir os melhores ângulos dos melhores surfistas, nas melhores ondas do mundo, parece algo bastante difícil e complicado, mas o fotógrafo profissional Bruno Lemos parece tirar isso de letra e vem fazendo há quase 20 anos. Ele leva a vida completamente ligada ao surf e é apaixonado pelo que faz.

Lemos começou a fotografar e filmar surf na década de 90, no Havaí onde é sua base há quase 25 anos. Foi nas ondas perfeitas e perigosas do North Shore que se especializou na fotografia aquática e hoje em dia consegue usar toda técnica e experiência adquirida na Meca do surf mundial em suas produções de filmes e televisão.

Nessa entrevista Bruno Lemos revela a vontade de começar a pintar quadros e de escrever livros.

Freesurf – Quando e porque você começou a fotografar surf?

Bruno Lemos – Eu comecei a me envolver com fotografia de surf por volta de 1990, quando comecei a trabalhar com o Carlos Lorsh um dos melhores fotógrafos de surf da época no Brasil. Ele era um dos poucos que fotografava dentro da água e me deu a oportunidade de trabalhar com ele na redação da Revista Surfer no Brasil. Parte do meu trabalho era analisar todo o material fotográfico que chegava na redação. Na época, se usava slides e eu podia ver exatamente como saia as fotos originais de alguns ícones da fotografia de surf da época, como os americanos John Callahan, Dick Messeroll, Jeff Devine, entre outros. Então, de uma certa forma, foi primeiro vendo o trabalho desses caras que aprendi. Depois quando eu vim para o Hawaii para surfar eu aos poucos fui me interessando por fotografia e vídeo. E por volta de 1995 comecei a querer fazer isso profissionalmente.

 

Freesurf – Qual momento foi mais especial para você em todos esses anos de profissão?

Bruno Lemos – Acho que o momento mais especial está sendo esse que estou vivendo agora! Quase vinte anos depois que comecei, foram vários anos de dedicação investindo tempo e grana. Na época, não sabia o que esperar dessa atividade. Agora olhando para traz, vejo que valeu a pena! Através da fotografia tive a oportunidade de conhecer alguns dos lugares mais bonitos do planeta e fazer amizades incríveis. Hoje me sinto realizado nessa profissão que me incentiva a buscar novos desafios, tendo a certeza de que se eu me dedicar posso conseguir. Também tenho vontade de pintar quadros, de escrever livros e fazer filmes. Então, assim como comecei na fotografia sem experiência nenhuma, vou me dedicar a seguir esses novos sonhos, acreditando em Deus para ver até onde Ele me leva.

 

Freesurf – Quais os lugares que você já esteve para clicar o esporte? E as coberturas CWT como são?

Bruno Lemos – Acho que já dei a volta ao mundo algumas vezes como fotógrafo! Os lugares que mais gosto de fotografar são Havaí e Tahiti. Acompanhar o circuito mundial tem seus prós e contras. A parte legal são as sessões de Freesurf, onde você tem a oportunidade de ver os melhores do mundo em ação.

 

Freesurf – Quais os melhores picos para fotografar?

Bruno Lemos – O importante para nós, além da luz, é termos onda boa e surfistas bons na água. É claro que alguns lugares são melhores do que os outros. Talvez o lugar que Mais goste de fotografar seja Jaws na ilha de Maui. Essa onda e o lugar são incríveis! Pipeline e Teahupo também estão no topo da minha lista.

 

Freesurf – De que forma o surf te inspira na vida?

Bruno Lemos – O surf foi uma das poucas atividades que me carimbou! Desde quando comecei aos 12 anos, posso dizer que me apaixonei. Já fui muito mais fissurado quando era adolescente, mas hoje em dia minha vida ainda gira em torno do surf, tanto pelo trabalho quanto pelo lazer! Não tenho time de futebol, não curto basquete, não gosto de baseball. O meu esporte é surf! Nisso sou realmente fanático!

 

Freesurf – Com a tecnologia ficou cada vez mais fácil clicar surf e muita gente acha que é fotógrafo por ter uma boa câmera. O que você acha disso?

Bruno Lemos – Quando comecei a fotografar eu via fotografia como uma arte, e uma arte até que difícil. Não eram todos que conseguiam tirar fotos boas. Você tinha que entender de filme, de revelação, de asa de velocidade, e entender de luz era bem complexo. Hoje, você apenas compra uma câmera e consegue fazer boas fotos, muito fácil. Eu acho que da mesma forma que facilitou para eles facilitou para mim também. E não posso negar que estou gostando de toda essa tecnologia, só tem me ajudado.

 

Freesurf – Você tem alguma novidade em equipamento ou tecnologia que vem utilizando atualmente?

Bruno Lemos – Eu tenho trabalhado muito com produção de televisão e filmes. Então a nova tecnologia de 4k e de câmeras que gravam com muito frames por segundo, têm ajudado muito na captação de imagens, que estão cada vez mais incríveis.

 

Freesurf – Qual a foto que você mais gostou de fazer até hoje?

Bruno Lemos – Acho que nos últimos anos consegui fazer boas fotos. Mas profissionalmente acho que foi muito legal ter vencido o concurso que a Surfline faz todo ano no North Shore, premiando a onda da temporada. Já havia sido finalista algumas vezes, mas em 2014 consegui vencer com uma das melhores ondas já surfadas em Pipeline pelo incrível Kelly Slater. Então foi sem dúvidas umas das imagens mais incríveis que já captei.

Freesurf - Essa edição da revista é comemorativa aos 25 anos da marca. Então tem uma perguntinha básica para todos os entrevistados. O que você mais gostava de fazer há 25 anos?

Bruno Lemos - Acho que fazem quase 25 anos que moro no Hawaii e vivo esse Life Style havaiano. Gosto muito dessa vida e sou muito agradecido a Deus por me dar essa oportunidade de viver na terra do Aloha!

 


10/ago/2015

A visão e autenticidade de quem administra a FreeSurf

Há 25 anos o empresário Gláuber Pacheco está no comando da FreeSurf e não abre mão de levar o surf como um estilo de vida. De lá pra cá, o idealizador da marca ganhou apoio da família e profissionais que agregaram o negócio. Então, muita coisa mudou. As idas de ônibus de Gláuber para a praia se transformaram em viagens  internacionais para os melhores picos do mundo. A marca saiu do território gaúcho, expandiu por todo o Brasil e chegou à terra gringa, na Califórnia. Tudo isso com muito esforço e autenticidade.

Conheça abaixo um pouco da visão e trajetória de Gláuber Pacheco, que preza pelo respeito, agilidade, foco e coletividade na hora de administrar seu negócio:

Freesurf - Como o surf influenciou seu negócio e seu estilo de vida?

Gláuber - Influenciou 100%. Quando descobri o surf não pensava em outra coisa. Depois disso, talvez por força do destino criei a Freesurf. Tenho o privilégio de viver o surf todos os dias da minha vida, até hoje.

 

Freesurf - Como começou sua trajetória na FreeSurf?

Gláuber - Eu precisava conseguir dinheiro para poder ir para praia nos finais de semana. Muitas vezes fui de ônibus e sem ter nem onde ficar.

Comecei a fabricar bermudas e camisetas e vender para os amigos sem muita pretensão. Depois foram surgindo oportunidades e pessoas na minha vida que me trouxeram até aqui, mas com muito suor, amor e dedicação ao negócio.

 

Freesurf - Sua paixão pelo surf já o levou para onde?

Gláuber - Sempre priorizei minhas viagens para locais onde tenha onda como Austrália, Indonésia, Maldivas, Hawaii, Califórnia, México, Nicarágua, El Salvador, Uruguai, Costa Rica, Barbados, Equador, Peru, Chile, África do Sul, Noronha e vários outros picos do Brasil.

 

Freesurf - Quais seus picos preferidos?

Gláuber - Maldivas, El Salvador e J. Bay (África).

 

Freesurf - Como você administra a vida de empresário, de chefe de família, e de surfista?

Gláuber - Muito tranquilo, hoje priorizo mais as surftrips e viagens em feriados, atrás de ondas melhores. Sou muito família. Amo muito meu dia a dia na empresa e em casa, também gosto de andar pelas lojas e conversar com as pessoas que fazem nossa marca acontecer.

 

Freesurf - Para você o que seria um estilo “FreeSurf” de viver?

Gláuber - Respeito pela natureza e pelas pessoas, harmonia, equilíbrio e bom humor.

 

Freesurf - Qual o perfil de administração da FreeSurf? Poderia nos contar sua filosofia empresarial?

Gláuber - Acredito que o empresário no Brasil tem que agir em todas as áreas da empresa, mas, principalmente, acredito na energia das pessoas que foram se agregando a nossa família nestes 25 anos. Respeito, agilidade, foco e coletividade estão sempre na nossa cartilha.

 

Freesurf - No seu ponto de vista, como deve ser o marketing de uma marca que preza em levar o surf para todos?

Gláuber - Procuramos levar este espírito a todas as pessoas que têm contato com a marca. Seja através de nossos representantes, atletas, revistas, catálogos e PDV’s e projetos sociais.

 

Freesurf - Quais os momentos mais importantes para a marca nestes 25 anos?

Gláuber - Acredito que a ramificação por todo o Brasil, passo a passo. Nossa presença na Jak’s (Califórnia), nossos lançamentos de filmes, primeiros anúncios e ações ecológicas. Vibramos muito com nossas movimentações no meio do surf, como se fosse sempre a primeira vez.

 

Freesurf - Como você vê a FreeSurf daqui 25 anos?

Gláuber - Vejo ela bem segmentada no surf. Com certeza acompanharemos todo o progresso tecnológico que ainda iremos ver. Mas nestes 25 anos, nunca deixamos e nem deixaremos de carregar no nosso DNA algo intangível e impossível de ser comprado, a essência do verdadeiro Freesurf.

10/ago/2015

Entrevista com Armandinho

O cantor que tem o surf na alma (entrevista para a Revista FreeSurf Mag)

Armandinho conta um pouco da sua relação com o surf, sua trajetória, sua agenda corrida entre shows, família e composições. Descubra um pouco mais sobre o cantor que já viajou muito atrás de boas ondas.

Freesurf - Você nasceu numa cidade que não tem praia. Como foi essa aproximação com o surf?

Armandinho - Minha aproximação com o surf foi no início da década de 80 quando eu estudava no Colégio Anchieta, em Porto Alegre. Tinha vários colegas que surfavam, que tinham irmãos que traziam pranchas de fora. Mas a primeira vez que eu fiquei em pé em cima de uma prancha na água foi em janeiro de 1983, na frente do edifício Mar Negro, em Tramandaí, no Rio Grande do Sul. Desde lá, nunca mais parei.

 

Freesurf - Recentemente você esteve no Havaí. Conte como foi?

Armandinho - Sim estive lá no início deste ano. Nenhuma onda é igual à do Havaí. Já viajei para vários lugares do mundo. Fui para a Indonésia, Califórnia, Peru, Costa Rica, mas acho que só em Fernando de Noronha tenha sentido alguma sensação parecida com a que se tem no Havaí. É uma onda de ilha, uma onda oceânica. E realmente ela tem uma magia, um poder, que só quem teve no Havaí sabe. Em Sunset foi onde peguei uma das ondas que mais gostei e surfei. Em Haleiwa também tem uma bela onda. Foi uma viagem de aprendizado, com muitos amigos, uma viagem mágica. O Havaí é o Havaí!

 

Freesurf - Você tem uma prancha favorita para pegar onda? Como é sua coleção?

Armandinho - Tenho algumas pranchas favoritas. Tem gente que gosta de um monte de coisa. Eu além de guitarras, gosto muito de pranchas.

Gosto de ter, de conhecer de experimentar. Então é impossível ter uma só. Tenho cinco pranchas que eu gosto muito entre biquilhas, monoquilhas e quadriquilhas. Tem uma triquilhas muito boa também, da época que eu surfava de pranchinha. Hoje, só pego onda de vez em quando de pranchinha, a maioria das vezes uso a prancha “old school”.

Acho que as pranchas são como as mulheres. Cada uma teu seu encanto, sua beleza e magia.

 

Freesurf - Você já viajou muito atrás de boas ondas. Qual seu pico preferido?

Armandinho - Acho que por inúmeras razões, por ter muitos amigos, porque já fui muitas vezes e por ser um lugar onde tu vais pegar certo ondas boas, e sempre vai ter onda. É o Peru. O país tem uma cultura incrível. Os peruanos são gente boa. Seja no sul ou norte, lá é o lugar que mais gosto de surfar.

 

Freesurf - Como é a vida com a agenda corrida entre shows e família, dá pra cair no mar todo o dia?

Armandinho - Não dá pra cair no mar todo o dia. O trabalho consome o meu tempo. Mas nos dias que eu não estou trabalhando eu estou sempre surfando. Acho que chega até ficar chato às vezes, porque as pessoas dizem “Pô Armando, tu não faz outra coisa… só pensa em surfar e surfar”. Sei lá, acho que sou meio viciado (risos).

 

Freesurf - Como o surf influencia suas composições?

Armandinho - Acho que o surf em si influencia também as minhas composições. Mas tudo que envolve a natureza, os amigos de todas as idades, o aprender a respeitar, a esperar e o saber a sua vez, tudo isso acaba influenciando diretamente nas minhas músicas. Sem falar fora d’água, na beira da praia onde sempre tem uma musa que inspira uma música. Então, acho que “lifestyle” todo que influencia, não só o ato de subir na prancha.

 

Freesurf - Como é estar tanto tempo na estrada?

Armandinho - Ficar na estrada é cansativo. É trabalho como qualquer outro. É preciso saber dosar, deixar o coração falar e ter profissionalismo. Sinto saudades da família, saudades das crianças, de não estar nos finais de semana com elas, nas fotos dos aniversários. Isso não tem como voltar atrás. Mas ao mesmo tempo, eu penso que meu trabalho é para elas. Elas entendem isso, e eu fico mais tranquilo em relação ao não estar em casa.

 

Freesurf - Tirando o reggae, quais outros estilos musicais quevocê curte?

Armandinho - Tirando o reggae, o rock com certeza. O rock clássico, dos anos 70 e também o rock das bandas dos anos 90, além da black music dos anos 70. Do reggae eu escorrego para o rock, é onde eu me sinto bem.

 

Freesurf - Tem alguma música que te marcou mais, que você mais gosta de cantar?

Armandinho - Hoje são muitas muitos ao longo destes 15 anos de carreira de Armandinho e banda. Mas acho que a música que mais gosto de cantar é a “Eu juro”. Pelo ritmo, pela letra, pelo que ela significa, porque ela foi feita para a mãe das minhas filhas. E pelo jeito que as pessoas se emocionam quando escutam ela nos shows.

 

Freesurf - Você pode definir em poucas palavras quem é hoje o cantor Armandinho?

Armandinho - Eu acho que o cantor Armandinho é um caraigual a todo mundo. Já tive um monte de problemas com drogas e álcool e consegui superar. Mas a vida é sempre uma escada e a gente tem que ir subindo. E sempre sabendo que a gente tem que ter humildade para dar o próximo passo. Eu sou uma pessoa que luta eternamente comigo mesmo. Sou pai da Antônia e da Marcela. Meu principal objetivo na vida hoje é criar essas meninas com amor, com respeito, com dignidade e procurar errar o menos possível.


27/jul/2015

A Vida de Mãe e Surfista de Thiara Mandelli

Thiara Mandelli é mãe das princesas Luara, de sete anos, e da pequena Laura, de cinco meses. É surfista profissional, é esposa do Luciano, é empresária e estudante universitária. A vida da paranaense de 28 anos, que já possui seis anos de carreira acumula vários títulos pelo Brasil, é bem corrida entre viagens e a rotina com a família em Curitiba. Apaixonada pelo surf, ela encara o mar com rasgadas precisas e hang teens de tirar o fôlego.

“Fico feliz por este dom que Deus me deu, através dele, viajo o Brasil com a minha família, conheço várias culturas e represento nosso Estado, além de ser apaixonada pelo o que faço”, revela Thiara, que agradece muito ao marido e a filha Laura, que desde os 35 dias de vida já acompanhava a mamãe nas competições.

“Encontro várias dificuldades, porém a força de vontade é sempre maior. Este ano pretendo melhorar minha colocação no Circuito Brasileiro”, conta Thiara que planeja continuar por muito tempo vivendo seu sonho e representando o surf feminino.

Em breve, você poderá conferir na segunda edição da Revista FreeSurf um bate-papo emocionante com a atleta que compõe o time de nossos surfistas profissionais!

24/jul/2015

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