Arquivo mensal: maio 2016

12/mai/2016

Sanduíches deliciosos sem pão: Receitas que emagrecem

Anda brigando com a balança e quer perder alguns quilos, sem abrir mão do sabor?

Uma saída é trocar o carboidratos do pão, por verduras e legumes. À primeira vista parece esquisito, mas as fotos abaixo mostram que é possível e apetitoso…

Nas receitas o pão pode ser substituído por duas bandas de:

  • tomate
  • pepino
  • berinjela
  • pimentão vermelho
  • ou alface

Tudo muito criativo, light… ou fit como se diz agora.

Aprenda como fazer:

1. Hambúrguer de tomate

Em vez de colocar duas fatias de pão, coloque duas rodelas de tomate. Adicione maionese, ou iogurte grego, brotos de feijão ou alfafa ou o que a sua imaginação quiser.

 

2. Baguete de pepino com peito de frango ou peru

Substitua as baguetes por pedaços de pepino sem as sementes. Espalhe mostarda e recheie com fatias de queijo, peito de frango ou peru, ou de acordo com a sua criatividade.

 

3. Sanduíche de berinjela e abacate

O pão agora será substituído pela berinjela: Coloque fatias de berinjela na grade do forno ou grelha por 2 minutos.

Depois, retire-as e deixe esfriar. Forme o sanduíche colocando tomate, abacate, alface e mostarda entre as fatias de berinjela.

 

4. Sanduíche de pimentão-vermelho

Corte um pimentão pela metade e retire a parte superior.

Descarte as sementes e coloque entre as “fatias” de pimentão o recheio de sua preferência, como alface, tomate e queijo cottage.

 

5. Sanduíche de salada caprese

Corte o tomate em fatias grossas.

Pegue essas fatias e forme camadas e recheie com queijo mussarela e manjericão.

Incremente com azeite extravirgem de oliva e corte ao meio (como na foto).

 

6. Tacos de alface com frango desfiado

Coloque dentro de folhas de alface frango desfiado, iogurte grego, azeite, cebola, cubos de abacate, azeitona, orégano e tomate.

 

7. Torre de berinjela com purê de abóbora

Fatie a berinjela. Forme uma “torre” com essas fatias, intercalando em camadas um recheio com purê de abóbora.

Ou faça o recheio de sua preferência.

 

8. Big sanduba de berinjela (o melhor de todos)

Coloque na chapa rapidamente duas fatias grossas de berinjela.

Depois forme um sanduíche com elas, recheando conforme sua criatividade.

 

Com informações do Cura pela Natureza

12/mai/2016

Feriadão de Páscoa em Floripa

O Brasil tem seus dias de ondas perfeitas que chegam a lembrar alguns picos do Hawaii. E com o fenômeno El Niño por perto, isso se comprovou mais ainda.

Nosso extenso litoral recebeu de braços abertos muitas ondulações perfeitas. Com a chegada do outono aquela combinação entre o vento terral, o sol e as ondulações fortes, formaram tubos perfeitos, que antes só eram vistos quebrando em ondas gringas e em revistas importadas. Mas tudo isso mudou e hoje o surf parece mais Brasileiro do que nunca. Boas ondas quebram por todos os lados de norte a sul.

O surf é a arte de passear pelas ondas, flutuar sem regras, desenhar paredes, acelerar dentro de um tubo e contemplar a natureza salgada. Como o surf sempre foi liberdade de expressão, tive a ideia de convidar o fotógrafo Márcio David para mostrar sua visão singular em uma sessão aqui em Florianópolis.

Durante dois swells diferentes no final de Março, por acaso estávamos na hora e no lugar exato. Viva a o Outono, viva toda a magia de estar envolto por um tubo, viva os momentos mágicos em terras Brasilis. Hoje o surf é do Brasil e Netuno também parece estar jogando do nosso lado.

Que o ano todo seja abençoado por boas ondulações e que a arte de surfar seja infinita, passando por gerações e gerações. Esse será nosso maior legado.

Mais fotos deste swell podem ser vistas em meu Instagram: @fa_binhonunes

12/mai/2016

Jaws por Bruno Lemos

Nos últimos anos Jaws tem sido o centro das atenções no mundo das ondas grandes. Uma onda que foi descoberta por Laird Hamilton e seus amigos e que por anos mantiveram segredo sobre o local e com qual condições ela quebrava. Uma onda tão forte, rápida, perigosa e difícil que obrigaram os pioneiros a literalmente inventarem o tow in, modalidade que por muito tempo predominou em Jaws assim como no cenário de ondas grandes.

A onda é tão poderosa que não se imaginava a possibilidade de surfar ali na remada. Até que há alguns anos, um grupo de brasileiros provasse ao mundo que isso seria possível. Depois que o “gelo foi quebrado” e com a tecnologia de previsão de ondas super avançada, quando o mar sobe em Jaws em condições perfeitas, a onda que um dia foi um secret spot hoje é uma das mais disputadas do mundo.
Como fotógrafo, sem dúvida é a onda que mais gosto de fotografar. Toda vez que Jaws está quebrando, assim como nos surfistas, parece que tem algo que me atrai e faço de tudo para estar ali presente. Seja no cliff ou no canal, a energia que  sinto quando vejo aquelas ondas grandes e perfeitas quebrando é muito intensa.  Desde o início da era do tow in, tenho acompanhado a evolução do surf neste pico.  Hoje, graças aos equipamentos de segurança e as pranchas adequadas, os big riders estão botando pra baixo em ondas incríveis na remada.
Esse ano com um El Nino bem intenso, proporcionou talvez as maiores e melhores ondas já vistas no Hawaii. Foram muitos dias de ondas gigantes, sem vento e com condições épicas para a prática de ondas grandes. Um momento histórico que vai ficar gravado na memória de quem esteve lá. Deixo aqui algumas imagens com muito carinho para vocês.

ALOHA.

12/mai/2016

Binho Nunes entrevista Black Alien

Black Alien é um rapper, cantor e compositor brasileiro. GusBlack Alien desenvolve uma trajetória de participações com artistas como Paralamas do Sucesso, Charlie Brown Jr., Raimundos, Marcelinho da Lua, Sabotage, entre outros. Integrou o Planet Hemp, grupo do qual também fazia parte Marcelo D2, e fundou o grupo Reggae B. Black Alien lançou seu primeiro álbum solo em 2004: Babylon by Gus – Vol. 1: O Ano do Macaco. O título do álbum é uma referência ao disco Babylon by Bus de Bob Marley.

Black, como é gravar um disco que contém boas mensagens e algumas poesias nos dias atuais, onde o mercado da música está visivelmente banalizada ao conteúdo zero?

Bem, primeiro obrigado pelo “boas”. Eu apenas procurei passar através do ritmo e da poesia o que venho descobrindo e aprendendo na vida e com ela, e como isso acontece, seus mecanismos, estratégias, seu flow. Sobre o mercado da música, toda época teve seus highlights, e suas coisas ruins. Em todo lugar tem muita coisa ruim agora, não é só na música. O mundo tá doente, esta é uma interfase esquisitona, difícil, a que estamos vivendo, mas não inédita. É um ciclo. Quem sobreviver verá dias melhores.. porém crescem pérolas incríveis em termos de pensamentos e arte nestes tempos estranhos, é nas mais difíceis épocas para a humanidade, que nascem as revoluções mais significativas e duradouras.

Como foi o processo de criação do álbum, letras, melodias, produção, arrecadação para concretizá-lo e quanto demorou para nascer?

A campanha de Crowdfunding terminou em dezembro de 2013, no dia de 16 de janeiro de 2014, me internei num centro de tratamento de dependência química, em regime fechado de no mínimo 6 meses. No nono dia de “casa” escrevi “ Cidadão Honorário”, num “brainstorm” de 20 minutos. Credito isso a inevitável análise de si mesmo e sua caminhada, que acomete a todos nessa situação.
Depois vieram “Somos o Mundo”, “Terra”, finalizada  na semana em que completei o tratamento. O mantra “Eu vou ficar bem” e a constatação “Os planos de Jah para mim…” foram minha força, conforto e coragem nas horas em que o bicho pegava. Uma vez “de volta a sociedade”, as outras nove músicas levaram um mês cada uma para ser gravada e escrita, e no dia 03 de setembro de 2015 o disco veio a luz.

Como será a distribuição desse álbum? Ela será física? Se sim, onde podemos encontrar, comprar ou somente escutar em alto e bom som?

O disco digital já está disponível nas melhores plataformas. Em breve teremos também, CD físico, camisetas, bonés, vinis e mais. Eu e minha equipe estamos sempre informando pelas minhas redes sociais onde e como adquiri-los. Sobre escutar em auto e bom som, SEMPRE, POR FAVOR!

Qual a música do álbum que você mais gosta e por quê?

Não tenho preferidas, apenas algumas observações, “Quem é Você?” tem metáforas e flow que me fazem lembrar eu mesmo no meu melhor tempo, no sentido mais amplo dessa expressão, e “Terra” tem um flow em que me superei e uma letra em que sou 101% satisfeito com 101% dos versos, gosto de cada música de uma maneira especial.

Qual a sua  sua ligação com o mar, asfalto, natureza, o esporte em si?

Fui criado na praia. Conheço, amo e respeito o mar. Pego onda desde que me conheço por gente, primeiro o surf de peito, o nosso “jacaré” e depois o surf. Sou bem urbano, mas me sinto bem no mato também. Minha mente é meu lar. Sobre o esporte, surf e skatebording correm na minha veia. Treino boxe-inglês e gosto muito. O esporte individual, os esportes de board, permitem se auto-expressar, combinar, inventar
manobras. Quando você sai do tubo, no jato da baforada, o mérito é só seu, e se vacar no drop, a falha é só sua também, não tem goleiro para botar a culpa.

 

Quem é Black Alien e como ele vê o futuro do mesmo?

Black Alien é uma entidade. Seu futuro é a Constante Elevação.

Qual o mistério do capa desse novo álbum?
Eu me amarro em filmes em preto e branco, e dentre eles dois me marcaram muito  “Rumble Fish” – O Selvagem da Motocicleta
de F.F. Coppola e “O Sétimo Selo” de Ingmar Bergman, usei os peixes beta de Coppola para simbolizar alguém que quer brigar com seu próprio reflexo, que no caso era como eu estava. E me vesti como a morte de Bergman, pois durante todo este tempo eu estava jogando com a minha própria vida. Então o Gustavo que vos fala agora, quer viver, pondo em cheque então o Gustavo que causa sua própria morte.

Quem você gostaria de agradecer?

Eu agradeço a Deus.

 

Você acha que somos feitos por nossas escolhas, e quem vence entre os anjos e os demônios?

Anjos e demônios são papéis que as vezes se invertem e confundem. Quem vence é Jah. Sempre.