Estou no México há alguns meses e recentemente surfei pela primeira vez com uma prancha monoquilha. O mar não estava muito grande, mas ao entrar na água senti um frio na barriga como se tivesse entrado em um mar gigante.

Não sabia o que esperar do equipamento que estava prestes a experimentar. E, de vez em quando, vinham umas ondas bem pesadas.

Apesar da vontade de encarar as maiores da série, não tinha nenhuma confiança na prancha. Sabia apenas que as monoquilhas eram rápidas quando descemos reto e mais lentas para cavar e fazer curvas.

Mas, tudo não passou de teoria. Esta “mono” pertence ao meu amigo Cristiano Bins, o “Grão”, e foi feita por seu tio. Inclusive, esta prancha foi a primeira feita pelo tio do Grão.

Minha session não durou muito mais de uma hora. Minha primeira onda foi pequena, só para sentir a prancha. Depois resolvi esperar por uma da série. Pouco tempo depois veio uma boa, mas não consegui entrar no tubo. Após alguns minutos, peguei uma perfeita e coloquei pra dentro de um túnel lindo.

A prancha funcionou incrivelmente bem dentro do tubo, muito rápida e estável.
Depois dessa até saí da água de cabeça feita.

Por Pedro Manga

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