14/set/2015

Lanches que dão ENERGIA

Ficar horas na praia pegando as melhores ondas é uma missão deliciosa, mas que requer “sustança”. É importante se hidratar várias vezes – nem é sacrifício pedir um coco gelado ou uma água trincando -, e se alimentar bem. Para ajudar, a culinarista Renata Lacerda, da Tapenade Gastronomia e Eventos, de Porto Alegre, preparou receitas de sanduíche e petisco que vão dar energia sem pesar tanto no estômago e no bolso.

O sanduíche pode ser levado pronto, embalado em embalagem térmica para ninguém correr perigo e ficar à sombra, só aguardando a fominha. O petisco é uma dica para aquela horinha antes do jantar.

BOM APETITE!

 

Bruschetta

Veggie

 

Ingredientes:
01 baguette integral;
50g de muçarela de búfala;
100mg de tomate sem pele e sem semente;
30g de azeitonas pretas;
Mangericão, sal e pimenta do reino;
Azeite de oliva e orégano.

Modo de preparo: Cortar a baguette em fatias médias, colocar em uma forma e regar com azeite de oliva e orégano. Levar ao forno aquecido a 250 graus por 5 minutos ou até que estejam levemente torradas. Reservar.
Cortar todos os ingredientes e cubos pequenos e misturar.
Temperar com folhas de manjericão, sal, pimenta e azeite de oliva a gosto. Colocar o recheio sobre os pães torrados e decorar com uma folha de manjericão.

Tempo de preparo: 20 minutos e rendimento de 10 porções.
Grau de dificuldade: fácil.

 

Sanduíche integral

com pasta de cenoura e ricota

Ingredientes:
03 pães integrais com aveia;
100mg de peito de peru;
01 cenoura média cozida;
50g de ricota;
50g de requeijão;
Alface, orégano, sal e azeite de oliva.

Modo de preparo: Colocar no processador a cenoura, ricota e requeijão e bater até que fique uma pasta homogênea. Temperar com sal, orégano e azeite de oliva a gosto.
Cortar os pães ao meio, colocar a pasta, uam fatia de peito de peru e alface.
Está pronto!

Tempo de preparo: 15 minutos e rendimento de 3 sanduíches.
Grau de dificuldade: fácil.

Revista FreeSurf Mag, com fonte na Tapenade Gastronomia e Eventos

10/ago/2015

A visão e autenticidade de quem administra a FreeSurf

Há 25 anos o empresário Gláuber Pacheco está no comando da FreeSurf e não abre mão de levar o surf como um estilo de vida. De lá pra cá, o idealizador da marca ganhou apoio da família e profissionais que agregaram o negócio. Então, muita coisa mudou. As idas de ônibus de Gláuber para a praia se transformaram em viagens  internacionais para os melhores picos do mundo. A marca saiu do território gaúcho, expandiu por todo o Brasil e chegou à terra gringa, na Califórnia. Tudo isso com muito esforço e autenticidade.

Conheça abaixo um pouco da visão e trajetória de Gláuber Pacheco, que preza pelo respeito, agilidade, foco e coletividade na hora de administrar seu negócio:

Freesurf - Como o surf influenciou seu negócio e seu estilo de vida?

Gláuber - Influenciou 100%. Quando descobri o surf não pensava em outra coisa. Depois disso, talvez por força do destino criei a Freesurf. Tenho o privilégio de viver o surf todos os dias da minha vida, até hoje.

 

Freesurf - Como começou sua trajetória na FreeSurf?

Gláuber - Eu precisava conseguir dinheiro para poder ir para praia nos finais de semana. Muitas vezes fui de ônibus e sem ter nem onde ficar.

Comecei a fabricar bermudas e camisetas e vender para os amigos sem muita pretensão. Depois foram surgindo oportunidades e pessoas na minha vida que me trouxeram até aqui, mas com muito suor, amor e dedicação ao negócio.

 

Freesurf - Sua paixão pelo surf já o levou para onde?

Gláuber - Sempre priorizei minhas viagens para locais onde tenha onda como Austrália, Indonésia, Maldivas, Hawaii, Califórnia, México, Nicarágua, El Salvador, Uruguai, Costa Rica, Barbados, Equador, Peru, Chile, África do Sul, Noronha e vários outros picos do Brasil.

 

Freesurf - Quais seus picos preferidos?

Gláuber - Maldivas, El Salvador e J. Bay (África).

 

Freesurf - Como você administra a vida de empresário, de chefe de família, e de surfista?

Gláuber - Muito tranquilo, hoje priorizo mais as surftrips e viagens em feriados, atrás de ondas melhores. Sou muito família. Amo muito meu dia a dia na empresa e em casa, também gosto de andar pelas lojas e conversar com as pessoas que fazem nossa marca acontecer.

 

Freesurf - Para você o que seria um estilo “FreeSurf” de viver?

Gláuber - Respeito pela natureza e pelas pessoas, harmonia, equilíbrio e bom humor.

 

Freesurf - Qual o perfil de administração da FreeSurf? Poderia nos contar sua filosofia empresarial?

Gláuber - Acredito que o empresário no Brasil tem que agir em todas as áreas da empresa, mas, principalmente, acredito na energia das pessoas que foram se agregando a nossa família nestes 25 anos. Respeito, agilidade, foco e coletividade estão sempre na nossa cartilha.

 

Freesurf - No seu ponto de vista, como deve ser o marketing de uma marca que preza em levar o surf para todos?

Gláuber - Procuramos levar este espírito a todas as pessoas que têm contato com a marca. Seja através de nossos representantes, atletas, revistas, catálogos e PDV’s e projetos sociais.

 

Freesurf - Quais os momentos mais importantes para a marca nestes 25 anos?

Gláuber - Acredito que a ramificação por todo o Brasil, passo a passo. Nossa presença na Jak’s (Califórnia), nossos lançamentos de filmes, primeiros anúncios e ações ecológicas. Vibramos muito com nossas movimentações no meio do surf, como se fosse sempre a primeira vez.

 

Freesurf - Como você vê a FreeSurf daqui 25 anos?

Gláuber - Vejo ela bem segmentada no surf. Com certeza acompanharemos todo o progresso tecnológico que ainda iremos ver. Mas nestes 25 anos, nunca deixamos e nem deixaremos de carregar no nosso DNA algo intangível e impossível de ser comprado, a essência do verdadeiro Freesurf.

10/ago/2015

Entrevista com Armandinho

O cantor que tem o surf na alma (entrevista para a Revista FreeSurf Mag)

Armandinho conta um pouco da sua relação com o surf, sua trajetória, sua agenda corrida entre shows, família e composições. Descubra um pouco mais sobre o cantor que já viajou muito atrás de boas ondas.

Freesurf - Você nasceu numa cidade que não tem praia. Como foi essa aproximação com o surf?

Armandinho - Minha aproximação com o surf foi no início da década de 80 quando eu estudava no Colégio Anchieta, em Porto Alegre. Tinha vários colegas que surfavam, que tinham irmãos que traziam pranchas de fora. Mas a primeira vez que eu fiquei em pé em cima de uma prancha na água foi em janeiro de 1983, na frente do edifício Mar Negro, em Tramandaí, no Rio Grande do Sul. Desde lá, nunca mais parei.

 

Freesurf - Recentemente você esteve no Havaí. Conte como foi?

Armandinho - Sim estive lá no início deste ano. Nenhuma onda é igual à do Havaí. Já viajei para vários lugares do mundo. Fui para a Indonésia, Califórnia, Peru, Costa Rica, mas acho que só em Fernando de Noronha tenha sentido alguma sensação parecida com a que se tem no Havaí. É uma onda de ilha, uma onda oceânica. E realmente ela tem uma magia, um poder, que só quem teve no Havaí sabe. Em Sunset foi onde peguei uma das ondas que mais gostei e surfei. Em Haleiwa também tem uma bela onda. Foi uma viagem de aprendizado, com muitos amigos, uma viagem mágica. O Havaí é o Havaí!

 

Freesurf - Você tem uma prancha favorita para pegar onda? Como é sua coleção?

Armandinho - Tenho algumas pranchas favoritas. Tem gente que gosta de um monte de coisa. Eu além de guitarras, gosto muito de pranchas.

Gosto de ter, de conhecer de experimentar. Então é impossível ter uma só. Tenho cinco pranchas que eu gosto muito entre biquilhas, monoquilhas e quadriquilhas. Tem uma triquilhas muito boa também, da época que eu surfava de pranchinha. Hoje, só pego onda de vez em quando de pranchinha, a maioria das vezes uso a prancha “old school”.

Acho que as pranchas são como as mulheres. Cada uma teu seu encanto, sua beleza e magia.

 

Freesurf - Você já viajou muito atrás de boas ondas. Qual seu pico preferido?

Armandinho - Acho que por inúmeras razões, por ter muitos amigos, porque já fui muitas vezes e por ser um lugar onde tu vais pegar certo ondas boas, e sempre vai ter onda. É o Peru. O país tem uma cultura incrível. Os peruanos são gente boa. Seja no sul ou norte, lá é o lugar que mais gosto de surfar.

 

Freesurf - Como é a vida com a agenda corrida entre shows e família, dá pra cair no mar todo o dia?

Armandinho - Não dá pra cair no mar todo o dia. O trabalho consome o meu tempo. Mas nos dias que eu não estou trabalhando eu estou sempre surfando. Acho que chega até ficar chato às vezes, porque as pessoas dizem “Pô Armando, tu não faz outra coisa… só pensa em surfar e surfar”. Sei lá, acho que sou meio viciado (risos).

 

Freesurf - Como o surf influencia suas composições?

Armandinho - Acho que o surf em si influencia também as minhas composições. Mas tudo que envolve a natureza, os amigos de todas as idades, o aprender a respeitar, a esperar e o saber a sua vez, tudo isso acaba influenciando diretamente nas minhas músicas. Sem falar fora d’água, na beira da praia onde sempre tem uma musa que inspira uma música. Então, acho que “lifestyle” todo que influencia, não só o ato de subir na prancha.

 

Freesurf - Como é estar tanto tempo na estrada?

Armandinho - Ficar na estrada é cansativo. É trabalho como qualquer outro. É preciso saber dosar, deixar o coração falar e ter profissionalismo. Sinto saudades da família, saudades das crianças, de não estar nos finais de semana com elas, nas fotos dos aniversários. Isso não tem como voltar atrás. Mas ao mesmo tempo, eu penso que meu trabalho é para elas. Elas entendem isso, e eu fico mais tranquilo em relação ao não estar em casa.

 

Freesurf - Tirando o reggae, quais outros estilos musicais quevocê curte?

Armandinho - Tirando o reggae, o rock com certeza. O rock clássico, dos anos 70 e também o rock das bandas dos anos 90, além da black music dos anos 70. Do reggae eu escorrego para o rock, é onde eu me sinto bem.

 

Freesurf - Tem alguma música que te marcou mais, que você mais gosta de cantar?

Armandinho - Hoje são muitas muitos ao longo destes 15 anos de carreira de Armandinho e banda. Mas acho que a música que mais gosto de cantar é a “Eu juro”. Pelo ritmo, pela letra, pelo que ela significa, porque ela foi feita para a mãe das minhas filhas. E pelo jeito que as pessoas se emocionam quando escutam ela nos shows.

 

Freesurf - Você pode definir em poucas palavras quem é hoje o cantor Armandinho?

Armandinho - Eu acho que o cantor Armandinho é um caraigual a todo mundo. Já tive um monte de problemas com drogas e álcool e consegui superar. Mas a vida é sempre uma escada e a gente tem que ir subindo. E sempre sabendo que a gente tem que ter humildade para dar o próximo passo. Eu sou uma pessoa que luta eternamente comigo mesmo. Sou pai da Antônia e da Marcela. Meu principal objetivo na vida hoje é criar essas meninas com amor, com respeito, com dignidade e procurar errar o menos possível.


10/fev/2014

Binho Nunes num momento PERFEITO

Binho Nunes num momento PERFEITO em Pipeline. (Foto: Photobrent) 
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26/ago/2013

Binho Nunes no quintal de casa

Binho Nunes decolando no seu quintal de casa!

(Foto: Marianna Piccoli Photography)

23/ago/2013

México de monoquilha

Estou no México há alguns meses e recentemente surfei pela primeira vez com uma prancha monoquilha. O mar não estava muito grande, mas ao entrar na água senti um frio na barriga como se tivesse entrado em um mar gigante.

Não sabia o que esperar do equipamento que estava prestes a experimentar. E, de vez em quando, vinham umas ondas bem pesadas.

Apesar da vontade de encarar as maiores da série, não tinha nenhuma confiança na prancha. Sabia apenas que as monoquilhas eram rápidas quando descemos reto e mais lentas para cavar e fazer curvas.

Mas, tudo não passou de teoria. Esta “mono” pertence ao meu amigo Cristiano Bins, o “Grão”, e foi feita por seu tio. Inclusive, esta prancha foi a primeira feita pelo tio do Grão.

Minha session não durou muito mais de uma hora. Minha primeira onda foi pequena, só para sentir a prancha. Depois resolvi esperar por uma da série. Pouco tempo depois veio uma boa, mas não consegui entrar no tubo. Após alguns minutos, peguei uma perfeita e coloquei pra dentro de um túnel lindo.

A prancha funcionou incrivelmente bem dentro do tubo, muito rápida e estável.
Depois dessa até saí da água de cabeça feita.

Por Pedro Manga

21/mar/2013

Binho Nunes estampa sequência do mês na Fluir

SEQUÊNCIA DO MÊS
página 028

O paulista Binho Nunes tem uma longa história com a rainha do North Shore havaiano e sempre protagonizou momentos de puro controle e tranquilidade nos salões azuis de Pipe.
Esta sequência é a prova de que nada mudou e a intimidade continua a mesma.

07/jan/2013

Hora de renovar

Passada a folga de final de ano velho e início de ano novo, é hora de fazer passar também a famosa ressaca e comilança para estar em forma na estação mais quente do ano. Para quem pega onda, a saúde tem que estar em dia para encarar o mar. E para as meninas que acabaram de renovar o estoque de biquínis, também, é claro.

E para colocar a alimentação em dia no verão, nada melhor do que saladas. Sempre bem reforçadas é claro. A ideia é mesclar as plantas com elementos também nutritivos. Separamos algumas opções. Olha só, galera!

Salada tropical

Tomates-cereja cortados ao meio, rodelas de abacate cortadas em meia-lua, alface-romana, mussarela de búfala, folhas de manjericão e azeitonas pretas. Para temperar: azeite de oliva, limão, molho de iogurte e sal à gosto.

Salada mediterrânea

Lentilha, pepino em cubos, rabanetes em cubos, cenoura em cubos, tomate-cereja, amêndoas tostadas, agrião. Para temperar: limão, azeite de oliva sal e pimenta à gosto.

Salada italiana light

Ricota fresca, tomate-cereja, penne cozido, ervilha fresca cozida, vagem cozida. Para temperar: azeite de oliva, orégano, salsa picada e sal à gosto.

Salada califórnia

Alface crespa, agrião, manga em cubos, abacate em cubos, filé de frango ou kani e pão árabe tostado.

E aí, gostaram? Bóra deixar o corpo em forma?

15/ago/2011

Vídeo: Surf em Lobitos

Quem já teve vontade de se aventurar em busca de ondas perfeitas em países exóticos da América Latina? Então vejam as imagens incríveis captadas pelo cinegrafista Antonio Zanella no pico de Lobitos, em sua viagem recente ao Peru. São cinco minutos de surf, natureza e cultura local, vale o clique!

Peru 2011 from Antonio Zanella on Vimeo.

Via.